Água em pó!

September 8, 2010

Esse título me lembra outro, Pílula pra matar a sede! é só tomar duas pílulas e 1 copo d’água que você mata a sede, mas… vamos lá!

ÁGUA EM PÓ!

Já ouviu falar nisso? Em piadas, é claro que sim, mas, de verdade? água em pó de verdade? pois é isto mesmo que você está lendo.

Cientistas da Universidade de Liverpool apresentaram hoje o que parece uma contradição, mas é um grande invento: a ‘água seca’. Cada molécula do produto contém a fórmula da água convencional (H20) revestida por uma camada sílica. No total, o produto é feito com 95% de água.

Segundo o Daily Mail, a invenção é capaz de absorver gases nocivos ao ar, o que poderia ser útil no retardamento aquecimento global. O pesquisador responsável pela água em pó também afirma que a descoberta acelera a reação entre hidrogênio e ácido málico, que cria um outro ácido muito usado na indústria farmacêutica.

Douglas de Souza

Vimos no http://naoacredito.blog.br


Planeta TERRA – aquecendo ou esfriando?

June 28, 2010

ENTREVISTA: Luiz Carlos Molion, meteorologista

Luiz Carlos Molion é daqueles que não temem nadar contra a maré. Paulista, formado em Física pela Universidade de São Paulo e com pós-doutorado em Meteorologia, na Inglaterra, o professor da Universidade Federal de Alagoas expõe ao mundo um argumento bem diferente daquele apresentado pela maioria dos meteorologistas ligados ao Painel Intergovernamen-tal sobre Mudanças Climáticas (IPCC). Representante da América do Sul na Comissão de Climatologia da Organização Meteorológica Mundial (OMM), Molion revela que o planeta está passando por um processo de resfriamento. Com mais de 40 anos de experiência em estudos do clima, o pesquisador afirma que o homem e suas emissões de carbono não causam o aquecimento global, que já serviu de pano de fundo para filmes e documentários. Molion vai além: denuncia que as medições dos níveis de carbono são manipuladas para atender a interesses econômicos. O buraco da camada de ozônio também está na mira do especialista. Para ele, o rombo não passa “de balela”. Ontem à noite, ele palestrou sobre as mudanças climáticas na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) em Florianópolis, e, pela manhã, conversou com a reportagem do Diário Catarinense.

Diário Catarinense – Enquanto o mundo tenta frear as emissões de carbono, o senhor diz que o aquecimento global não existe e que a Terra está esfriando. Por quê?

Luiz Carlos Molion – Ao contrário do que se diz, o homem não é capaz de influenciar o clima global. Por isso, as emissões de carbono não influenciam na temperatura da Terra. O Sol, fonte de energia do sistema climático, causa variações repetitivas. A cada 90 anos, o astro alterna períodos de atividade máxima e mínima. Registros apontam que o Sol esteve em baixa atividade em 1820, no final do século 19 e início do século 20. Desde 2008, entramos nesse pico que deve se estender pelos próximos 22, 24 anos.

DC – Até lá, a temperatura da Terra vai diminuir?

Molion – Sim, a radiação que chega vai diminuir e favorecer a queda da temperatura em até 0,3ºC. O clima global também será afetado pela queda de temperatura da água dos oceanos. Teremos invernos mais rigorosos com muita geada em Santa Catarina. O sistema Argo, 3,2 mil boias espalhadas pelos oceanos para medir a temperatura e salinidade, mostrou a perda de calor. Como os oceanos fazem parte de 71% da superfície terrestre, eles são fundamentais para o clima do planeta. Só o Pacífico ocupa 35% da superfície e está resfriando desde 2000.

DC – O resfriamento do Pacífico contraria a elevação da temperatura média da Terra divulgada pelos relatórios oficiais do IPCC. Como o senhor explica?

Molion – O problema é que os termômetros estão instalados em cidades muito urbanizadas que registram uma diferença de 3ºC do campo. Outro fator é que os dados colhidos são ajustados para mostrar um falso aquecimento. Manipulam para que os invernos fiquem mais amenos e os verões mais quentes. Hackers invadiram o sistema de um dos braços direitos do IPCC e perceberam as modificações feitas de propósito. O aquecimento, a exemplo do buraco da camada de ozônio é balela. Deixaram a ciência de lado para se tornarem um negócio para empresas que querem expandir os lucros.

DC – Qual o interesse em manipular dados sobre a temperatura?

Molion – O aquecimento, agora, é uma plataforma política e econômica. Reduzir as emissões de carbono é reduzir a geração da energia elétrica, base do desenvolvimento de qualquer lugar. Como existem países que têm a sua matriz calcadas nos combustíveis fósseis, não há como diminuir a geração de energia elétrica sem reduzir a produção. Os países em desenvolvimento, como o Brasil, seriam os mais afetados, como sempre. Os ricos, mesmo não tendo mais recursos naturais disponíveis poderiam reduzir. Mas para não morrer de frio precisariam consumir mais energia e também seriam afetados pelo resfriamento.

DC – A redução de CO2 proposta na Conferência de Copenhague é válida para algo?

Molion – O CO2 é o gás da vida! Não é poluente, como é divulgado. Ele é o gás das plantas e está provado que quando se dobra a produção de CO2, se dobra também a produção das plantas. Melhor para a atmosfera e para nós! A redução poderia beneficiar porque os combustíveis fósseis são poluentes por causa do enxofre e de outros elementos. Quando liberados, eles se combinam com a umidade do ar e viram gotículas de enxofre, que atacam o sistema pulmonar das pessoas.

DC – O senhor contesta qualquer influência do homem na mudança de temperatura da Terra?

Molion – Os fluxos naturais dos oceanos, vulcões e vegetação somam 200 bilhões de emissões por ano. A incerteza que temos desse número é de 40 bilhões para cima ou para baixo. O homem coloca apenas 6 bilhões, portanto a emissões humanas representam 3%. Se os países reduzirem pela metade, não vai mudar absolutamente em nada no clima.

DC – Se não há aquecimento global porque as geleiras estão derretendo?

Molion – Essa afirmação é fantasiosa. Na realidade, as geleiras não estão derretendo. Pedaços de gelo flutuante, que ficam na superfície da água, estão se desprendendo do iceberg, corpo de gelo com mais de 90% submerso. Eles flutuam no mar e não aumentam o nível dele. É mentira dizer que o mar está avançando.

Fonte: www.lanchaarare.com e diario.com.br

O que é a OMM
– Organização Meteorológica Mundial (OMM), do inglês World Meteorological Organization (WMO). É um organismo das Nações Unidas que acompanha a meteorologia, a hidrologia e ciências geofísicas. Estuda o comportamento da atmosfera terrestre, interação com os oceanos e distribuição dos recursos hídricos no planeta.
O que diz o IPCC
– O IPCC (Intergovernmental Panel on Climate Change ou Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas) é o braço das Nações Unidas para estudar as mudanças climáticas. Criado em 1988 pela OMM e Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), fornece informações científicas sobre as conclusões. É hoje a principal autoridade internacional sobre aquecimento global.
– O consenso dos relatórios do IPCC é de que a ação humana intensifica o ciclo de mudanças climáticas no planeta – o que inclui a tendência de aumento médio na temperatura.
– Os cientistas alinhados com o IPCC explicam que a tendência não é linear. Pode haver uma sequência de anos um pouco mais frios sem que isso contradiga a teoria.
– As consequências do aquecimento global seriam o aumento do nível do mar, seca em regiões úmidas e aumento da intensidade de fenômenos naturais como tempestades e furacões.

2 coisas bacanas para fazer com garrafa PET

June 24, 2010

A primeira é o aquecedor solar, muito interessante, no youtube existem vários vídeos que explicam direitinho o processo, eu achei este muito bom.

Você pode baixar o manual em PDF aqui

Outro muito interessante é este vídeo

Dá um trabalho? dá, mas o resultado é ótimo!


Garrafa Pet = Tijolo

June 10, 2010

Um grupo de pessoas encontrou um meio para “reciclar”* garrafas pet de uma maneira muito criativa, as garrafas ocuparam o lugar dos tijolos.

Sempre que uma nova utilidade é encontrada para o pet, o meio ambiente agradece, afinal o mundo produz em torno de 7 milhões de toneladas ao ano desse plástico cuja expectativa é de 400 anos para se degradar em aterros sanitários.

*Não se trata de reciclagem, pois a garrafa não passa por nenhum processo termoplástico de despolimerização para retirada da resina básica do pet.

RECEBEMOS AS IMAGENS POR E-MAIL!

Até tentamos procurar alguma fonte que explicasse a origem das imagens mas não encontramos.

Saiba mais: http://www.ufpa.br/beiradorio/arquivo/beira10/noticia/noticia6.htm


Suicídio dos Inocentes

June 2, 2010

Triste, o vídeo fala por si…


O Spam é pior do que se imagina!

May 23, 2010

Segundo estudo da Symantec, 90,4% dos e-mails enviados durante o mês de abril são spam, ou mensagens que procuram enganar os utilizadores. Ainda segundo a companhia de segurança, cerca de 58% dos spams foram enviados pelas botnets, redes de computadores zumbis, que são usadas pelos invasores para disseminar

Para um usuário da internet, é bastante inconveniente ter que separar o que é spam do que não é na caixa de e-mail. Sem tomar o devido cuidado, o internauta pode ter uma a dor de cabeça ainda maior, já que esse tipo de lixo eletrônico normalmente vem acompanhado de vírus, spywares ou outras espécies de ameaças virtuais.

Mas os spams desperdiçam não apenas o tempo e a paciência dos usuários, mas uma enorme quantia em dinheiro. Um relatório de âmbito mundial divulgado em abril deste ano, realizado pela I.C.F. International, consultoria internacional sobre questões sustentáveis, e encomendado pela McAfee, revelou que a energia gasta para transmitir, processar e filtrar spams no ano de 2008 chegou a 33 bilhões de kWh (quilowatt-hora) – equivalente ao consumo energético de 2,4 milhões de casas nos Estados Unidos.

Para produzir essa quantidade de energia seria necessário, por exemplo, que a Usina Hidrelétrica de Ilha Solteira, em São Paulo, utilizasse o mesmo volume de água que flui pelas Cataratas do Iguaçu durante seis anos. Em escala global, o desperdício de energia causado por todas as atividades que a transmissão de spams prejudicam tem, também, um alto custo ambiental: o estudo indica que o fenômeno resulta em emissões de gases do efeito estufa equivalentes às de uma frota de três milhões de automóveis circulando no período de um ano.

O Brasil é o 2° maior gerador de spams na rede mundial de computadores, responsável por 10% do total. Os Estados Unidos lideram a lista, com 26% das mensagens produzidas globalmente. O documento também reporta que 80% de toda a informação produzida na internet são constituídas por spams.

“The Carbon Footprint of E-mail Spam Report” faz alusão a uma experiência que demonstra que a solução para esse problema não é intangível. No dia 11 de novembro do ano passado, a McColo Inc., site estadunidense notoriamente conhecido por proliferar lixo eletrônico pela web, foi tirado do ar pelo seu próprio serviço provedor de internet. Durante a noite, 70% do volume usual de spams deixou de circular, o que a ICF calculou ser o equivalente a tirar de circulação 2,2 milhões de veículos particulares durante um dia. Talvez por isso, Jeff Green, vice-presidente para o desenvolvimento de produtos da McAfee, acredita que devemos “parar os spams em sua fonte, assim como investir no desenvolvimento de tecnologia de ponta para sua filtragem, que irá salvar tempo, dinheiro e pagar dividendos ao planeta ao também reduzir as emissões de carbono”.

COMO EVITAR ISSO?

1- É mais simples do que imaginamos, sempre que for passar ou repassar algum e-mail para todos os seus contatos, utilize a opção “Cópia Oculta” ou “Blind Copy”, pronto!

2- Nunca clique em qualquer link que aparecer no seu e-mail, desconfie de todos!
Fontes: http://www.planeta-inteligente.com


Energia sob nossos pés

May 22, 2010

Pesquisadores da UNESP estão trabalhando no desenvolvimento de uma nova fonte de energia limpa e renovável: o piso gerador de energia.

Descoberto que certos materiais têm a propriedade de liberar elétrons sob pressão mecânica, até hoje desperdiçada pelo impacto dos pés ou pela vibração de rodas sobre uma superfície, começa a ser aproveitada por meio de uma nanotecnologia que emprega cerâmicas dotadas de piezoeletricidade, diz a revista.

A piezoeletricidade, propriedade que certos materiais têm de liberar elétrons em resposta à pressão mecânica, descoberta pelos irmãos Pierre e Jacques Currie, França, exatamente há 130 anos, vem sendo aproveitada em várias aplicações comerciais, como sensores acústicos, isqueiros, câmeras fotográficas, microscópios e relógios de quartzo.

Como funciona a nova tecnologia?

O “piso gerador de energia”, como vem sendo chamado pelos pesquisadores, nada mais é do que um piso enriquecido com namomateriais piezoeléctricos que deverão ser utilizados em locais por onde passam diariamente uma grande quantidade de pessoas, automóveis, trens ou até aviões.

A corrente elétrica gerada por esse impacto é então capturada para alimentar lâmpadas, painéis luminosos ou qualquer outro dispositivo luminoso utilizado no local.

No Brasil, conforme a revista, dois cientistas da Unesp se dedicam a estudar esta nova tecnologia, que ainda terão muitos desafios a ser superados…

Walter Sakamoto, da Faculdade de Engenharia do campus de Ilha Solteira, e Maria Aparecida Zaghete, do Instituto de Química da UNESP em Araraquara, são parceiros no projeto.

Leia a reportagem aqui: Energia sob os nossos pés

Fonte: Revista UNESP CIÊNCIA