Água potável para o planeta

November 9, 2010

Já imaginou água imunda transformada em água potável?

Delicie-se com o vídeo abaixo, no vídeo você poderá selecionar a legenda clicando em “View Subtitles” e selecionar “Português (Brasil)” caso o idioma inglês não lhe seja familiar.

 

Saiba um pouco mais sobre o TED no texto abaixo:

TED, Idéias que merecem ser espalhadas

O TED surgiu em 1984 como uma conferência anual na Califórnia e já teve entre seus palestrantes Bill Clinton, Paul Simon, Bill Gates, Bono Vox, Al Gore, Michelle Obama e Philippe Starck. Apesar dos mil lugares na platéia, as inscrições esgotam-se um ano antes. Cerca de 500 das palestras estão disponíveis no site do evento e já foram acessadas por mais de 50 milhões de pessoas de 150 países. A cada ano a organização elege um pensador de destaque e repassa a ele 100 mil dólares para ele que possa realizar “Um Desejo que Vai Mudar o Mundo”. Com essas 4 ações, TED Conference, TED Talks, TED Prize e TEDx a organização pretende transformar seu mote “ideias que merecem ser espalhadas” cada vez mais em realidade. “Acreditamos apaixonadamente no poder das ideias para mudar atitudes, vidas e, em última instância, o mundo”, dizem os organizadores do TED. Eu também. E você?

Excelente post que ví no estrategiando !

 

 

 


Água em pó!

September 8, 2010

Esse título me lembra outro, Pílula pra matar a sede! é só tomar duas pílulas e 1 copo d’água que você mata a sede, mas… vamos lá!

ÁGUA EM PÓ!

Já ouviu falar nisso? Em piadas, é claro que sim, mas, de verdade? água em pó de verdade? pois é isto mesmo que você está lendo.

Cientistas da Universidade de Liverpool apresentaram hoje o que parece uma contradição, mas é um grande invento: a ‘água seca’. Cada molécula do produto contém a fórmula da água convencional (H20) revestida por uma camada sílica. No total, o produto é feito com 95% de água.

Segundo o Daily Mail, a invenção é capaz de absorver gases nocivos ao ar, o que poderia ser útil no retardamento aquecimento global. O pesquisador responsável pela água em pó também afirma que a descoberta acelera a reação entre hidrogênio e ácido málico, que cria um outro ácido muito usado na indústria farmacêutica.

Douglas de Souza

Vimos no http://naoacredito.blog.br


Planeta TERRA – aquecendo ou esfriando?

June 28, 2010

ENTREVISTA: Luiz Carlos Molion, meteorologista

Luiz Carlos Molion é daqueles que não temem nadar contra a maré. Paulista, formado em Física pela Universidade de São Paulo e com pós-doutorado em Meteorologia, na Inglaterra, o professor da Universidade Federal de Alagoas expõe ao mundo um argumento bem diferente daquele apresentado pela maioria dos meteorologistas ligados ao Painel Intergovernamen-tal sobre Mudanças Climáticas (IPCC). Representante da América do Sul na Comissão de Climatologia da Organização Meteorológica Mundial (OMM), Molion revela que o planeta está passando por um processo de resfriamento. Com mais de 40 anos de experiência em estudos do clima, o pesquisador afirma que o homem e suas emissões de carbono não causam o aquecimento global, que já serviu de pano de fundo para filmes e documentários. Molion vai além: denuncia que as medições dos níveis de carbono são manipuladas para atender a interesses econômicos. O buraco da camada de ozônio também está na mira do especialista. Para ele, o rombo não passa “de balela”. Ontem à noite, ele palestrou sobre as mudanças climáticas na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) em Florianópolis, e, pela manhã, conversou com a reportagem do Diário Catarinense.

Diário Catarinense – Enquanto o mundo tenta frear as emissões de carbono, o senhor diz que o aquecimento global não existe e que a Terra está esfriando. Por quê?

Luiz Carlos Molion – Ao contrário do que se diz, o homem não é capaz de influenciar o clima global. Por isso, as emissões de carbono não influenciam na temperatura da Terra. O Sol, fonte de energia do sistema climático, causa variações repetitivas. A cada 90 anos, o astro alterna períodos de atividade máxima e mínima. Registros apontam que o Sol esteve em baixa atividade em 1820, no final do século 19 e início do século 20. Desde 2008, entramos nesse pico que deve se estender pelos próximos 22, 24 anos.

DC – Até lá, a temperatura da Terra vai diminuir?

Molion – Sim, a radiação que chega vai diminuir e favorecer a queda da temperatura em até 0,3ºC. O clima global também será afetado pela queda de temperatura da água dos oceanos. Teremos invernos mais rigorosos com muita geada em Santa Catarina. O sistema Argo, 3,2 mil boias espalhadas pelos oceanos para medir a temperatura e salinidade, mostrou a perda de calor. Como os oceanos fazem parte de 71% da superfície terrestre, eles são fundamentais para o clima do planeta. Só o Pacífico ocupa 35% da superfície e está resfriando desde 2000.

DC – O resfriamento do Pacífico contraria a elevação da temperatura média da Terra divulgada pelos relatórios oficiais do IPCC. Como o senhor explica?

Molion – O problema é que os termômetros estão instalados em cidades muito urbanizadas que registram uma diferença de 3ºC do campo. Outro fator é que os dados colhidos são ajustados para mostrar um falso aquecimento. Manipulam para que os invernos fiquem mais amenos e os verões mais quentes. Hackers invadiram o sistema de um dos braços direitos do IPCC e perceberam as modificações feitas de propósito. O aquecimento, a exemplo do buraco da camada de ozônio é balela. Deixaram a ciência de lado para se tornarem um negócio para empresas que querem expandir os lucros.

DC – Qual o interesse em manipular dados sobre a temperatura?

Molion – O aquecimento, agora, é uma plataforma política e econômica. Reduzir as emissões de carbono é reduzir a geração da energia elétrica, base do desenvolvimento de qualquer lugar. Como existem países que têm a sua matriz calcadas nos combustíveis fósseis, não há como diminuir a geração de energia elétrica sem reduzir a produção. Os países em desenvolvimento, como o Brasil, seriam os mais afetados, como sempre. Os ricos, mesmo não tendo mais recursos naturais disponíveis poderiam reduzir. Mas para não morrer de frio precisariam consumir mais energia e também seriam afetados pelo resfriamento.

DC – A redução de CO2 proposta na Conferência de Copenhague é válida para algo?

Molion – O CO2 é o gás da vida! Não é poluente, como é divulgado. Ele é o gás das plantas e está provado que quando se dobra a produção de CO2, se dobra também a produção das plantas. Melhor para a atmosfera e para nós! A redução poderia beneficiar porque os combustíveis fósseis são poluentes por causa do enxofre e de outros elementos. Quando liberados, eles se combinam com a umidade do ar e viram gotículas de enxofre, que atacam o sistema pulmonar das pessoas.

DC – O senhor contesta qualquer influência do homem na mudança de temperatura da Terra?

Molion – Os fluxos naturais dos oceanos, vulcões e vegetação somam 200 bilhões de emissões por ano. A incerteza que temos desse número é de 40 bilhões para cima ou para baixo. O homem coloca apenas 6 bilhões, portanto a emissões humanas representam 3%. Se os países reduzirem pela metade, não vai mudar absolutamente em nada no clima.

DC – Se não há aquecimento global porque as geleiras estão derretendo?

Molion – Essa afirmação é fantasiosa. Na realidade, as geleiras não estão derretendo. Pedaços de gelo flutuante, que ficam na superfície da água, estão se desprendendo do iceberg, corpo de gelo com mais de 90% submerso. Eles flutuam no mar e não aumentam o nível dele. É mentira dizer que o mar está avançando.

Fonte: www.lanchaarare.com e diario.com.br

O que é a OMM
– Organização Meteorológica Mundial (OMM), do inglês World Meteorological Organization (WMO). É um organismo das Nações Unidas que acompanha a meteorologia, a hidrologia e ciências geofísicas. Estuda o comportamento da atmosfera terrestre, interação com os oceanos e distribuição dos recursos hídricos no planeta.
O que diz o IPCC
– O IPCC (Intergovernmental Panel on Climate Change ou Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas) é o braço das Nações Unidas para estudar as mudanças climáticas. Criado em 1988 pela OMM e Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), fornece informações científicas sobre as conclusões. É hoje a principal autoridade internacional sobre aquecimento global.
– O consenso dos relatórios do IPCC é de que a ação humana intensifica o ciclo de mudanças climáticas no planeta – o que inclui a tendência de aumento médio na temperatura.
– Os cientistas alinhados com o IPCC explicam que a tendência não é linear. Pode haver uma sequência de anos um pouco mais frios sem que isso contradiga a teoria.
– As consequências do aquecimento global seriam o aumento do nível do mar, seca em regiões úmidas e aumento da intensidade de fenômenos naturais como tempestades e furacões.

2 coisas bacanas para fazer com garrafa PET

June 24, 2010

A primeira é o aquecedor solar, muito interessante, no youtube existem vários vídeos que explicam direitinho o processo, eu achei este muito bom.

Você pode baixar o manual em PDF aqui

Outro muito interessante é este vídeo

Dá um trabalho? dá, mas o resultado é ótimo!


Sustentabilidade.

May 17, 2010
A definição mais aceita para desenvolvimento sustentável é o desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações. É o desenvolvimento que não esgota os recursos para o futuro.
Essa definição surgiu na Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, criada pelas Nações Unidas para discutir e propor meios de harmonizar dois objetivos: o desenvolvimento econômico e a conservação ambiental.
O que é preciso fazer para alcançar o desenvolvimento sustentável?
Para ser alcançado, o desenvolvimento sustentável depende de planejamento e do reconhecimento de que os recursos naturais são finitos.
Esse conceito representou uma nova forma de desenvolvimento econômico, que leva em conta o meio ambiente.
Muitas vezes, desenvolvimento é confundido com crescimento econômico, que depende do consumo crescente de energia e recursos naturais. Esse tipo de desenvolvimento tende a ser insustentável, pois leva ao esgotamento dos recursos naturais dos quais a humanidade depende.
Atividades econômicas podem ser encorajadas em detrimento da base de recursos naturais dos países. Desses recursos depende não só a existência humana e a diversidade biológica, como o próprio crescimento econômico.
O desenvolvimento sustentável sugere, de fato, qualidade em vez de quantidade, com a redução do uso de matérias-primas e produtos e o aumento da reutilização e da reciclagem.
Junte-se a nós!
Sua colaboração é fundamental para conservarmos o meio ambiente e garantirmos qualidade de vida para nós e nossas futuras gerações. Afilie-se!
Os modelos de desenvolvimento dos países industrializados devem ser seguidos?
O desenvolvimento econômico é vital para os países mais pobres, mas o caminho a seguir não pode ser o mesmo adotado pelos países industrializados. Mesmo porque não seria possível.
Caso as sociedades do Hemisfério Sul copiassem os padrões das sociedades do Norte, a quantidade de combustíveis fósseis consumida atualmente aumentaria 10 vezes e a de recursos minerais, 200 vezes.
Ao invés de aumentar os níveis de consumo dos países em desenvolvimento, é preciso reduzir os níveis observados nos países industrializados.
Os crescimentos econômico e populacional das últimas décadas têm sido marcados por disparidades.
Embora os países do Hemisfério Norte possuam apenas um quinto da população do planeta, eles detêm quatro quintos dos rendimentos mundiais e consomem 70% da energia, 75% dos metais e 85% da produção de madeira mundial.
Fonte: http://www.wwf.org.br